A ilusão do nada
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Um dia uma mulher, do nada, deu-me esperança: na vida, no que sinto, naquilo que posso fazer sentir, nos que amo, naqueles que já foram. Foi assim; do nada.
Será um anjo da guarda? Talvez.
Mas o que guarda? AH! Eu. Justo, não?
É bom, útil, confortante, ser Crente, não é Senhor Doutor?
Não Senhor Doutor!
Credo! Não desisti de criar o meu próprio deus, e como sabe, chamar-se-á Eeus… porém, só existe, para mim, aquilo em que creio, e não há crença possível naquilo que ainda não foi criado.
Sim, por um lado, o Eeus ainda não foi criado!
Não acredito que a minha existência esteja terminada aqui. Quando me vaticinam menos uma existência, tenho o parco travo que me sussurra que necessitava de mais uma vida para experimentar um outro caminho, um outro atalho, uma outra vaidade ou euforia, ver uma outra Dolores.
“Tenho pensado muito em ti”, foi o que reparei na altura, quando o telefone já alguém chamava.
Como sempre, voice mail activo; deixei-me ver a paisagem.
1 Comments:
olá
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paula e rui lima
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