De Espanha nem bons ventos,nem bons casamentos?...
Depois de ter passado a noite a repetir cenas para a televisão,o poder da comunicação social é avassalador,embora fique pasmado com a "incultura" de certos jornalistas "culturais",ou serão desportivos,não se calhar crónicas sociais,enfim fazem um pouco de tudo,pois do "micro-ondas" toda a gente precisa...
Ligo a televisão e apanho com o "alcaide" da mui invicta cidade,numa pose de estadista(quem lhe aconselhou aqueles óculos?...),e num gesto intuitivo,passo para a sport-tv,o futebol ajuda-me a relaxar...
Mas aquela imagem do "alcaide" não me saí de cabeça,e lembro-me de uma entrevista com o ex-presidente da região autónoma da Catalunha Jordi Pujol,onde ele com a sua imensa sabedoria diz:-No futuro nenhum politíco sem sensiblidade cultural,terá a miníma hipotese de a medio prazo manter-se no poder.
Em contraponto lembro-me da "celebre" frase do meu "alcaide":-Quando ouço falar em cultura,saco de calculadora...
Eu poderia achar que Barcelona não é uma cidade interessante a nivel cultural,como tambem me posso achar mais bonito que o James Dean,como melhor jogador que o Figo,como melhor escritor que o Lobo Antunes,ou melhor actor que o Al Pacino,mas isto é o delírio,mas gostava de delirar que vivia em Barcelona,ou que o Jordi Pujol,fosse o "alcaide" da mui invicta cidade do Porto,mas estes delírios sou díficeis,vou beber uma garrafa de Rum...ou como se diz aqui ão lado uma "cuba Livre"...Gracias!...

1 Comments:
Pois é Filipe, até que eu gosto do ex-presidente da região autónoma da Catalunha Jordi Pujol, realmente é um homem de uma imensa sabedoria e isto é verdade " No futuro nenhum politíco sem sensiblidade cultural, terá a miníma hipotese de a médio prazo manter-se no poder ".
Também gostava de o ter na nossa mui invicta. Mas, embora não gostando do nosso alcaide, até entendo que ele tenha a "celebre" frase: " Quando ouço falar em cultura, saco de calculadora... ". Infelizmente, também tem razão, só que deveria de sacar da calculadora para saber bem distribuir por quem produz. Na verdade, não temos só um problema a nivel do orçamento para a cultura, a questão não se resolve por aqui, pois a continuarmos com a mesma fórmula, que serve sempre os mesmos, e muitos deles, além da falta de qualidade, metem o dinheiro ao bolso e, a verdade, é que estão ricos. A questão é de saber não só a " quem ", mas também " como ", " quanto " e " quais " as obrigações, para além de ter que haver uma fiscalização que não compactue ( o que também não é fácil ). E, não bastando, temos muitos dos ditos de esquerda que o que querem é estar no poder ( quer seja dum lado ou do outro ) não querem é sair de lá, e estamos assim por serem como são. A questão aqui só se resolve com uma politica que extremine o actual Lobi. Porque senão vejamos, ainda temos um Prado Coelho, que se não beneficiarem os seus amigos, até vem para a televisão e faz cair o Ministro da Cultura. Não me digas que isto é ter sensibilidade para a cultura, porque se tivessem, em tantos governos de esquerda, já alguma coisa tinha sido alterada, mas o que acontece é que " trabalharam " e " trabalham ", muitos deles, para darem razão ao actual alcaide da mui invicta. Embora seja de esquerda, e até de extrema, tenho que " engolir ", em parte, o que diz o nosso alcaide.
Publicar um comentário
<< Home